Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Green World

Green World

Obviamente de passo trocado...

arbitro-ingles-graham-poll-expulsa-jogador-da-croa

 

O planeta do futebol ficou estupefacto com aquilo que a Comissão Técnica do Conselho de Arbitragem da FPF decidiu, relativamente aos dois lances de penalti no recente Benfica - Sporting.

Considerar como bola súbita ou inesperada uma recepção orientada de Pizzi com o braço direito (estou a falar do segundo contacto do braço com a bola), que provoca um ataque rápido e um golo, é no mínimo uma brincadeira de mau gosto.

Ter dúvidas no lance do braço de Nelson Semedo, acaba por dar alguma razão ao Sporting. Acresce que esse lance tem contornos muito semelhantes com a falta de dúvidas que existiu dessa mesma Comissão Técnica, realativamente ao lance que se admite ter sido de penalti no Chaves-FC Porto da Taça de Portugal.

Quem olhar para estas decições (e veremos se farão "jurisprudência"), nota perfeitamente que houve a "necessidade" de dividir para reinar. Deu-se razão ao Benfica e ao FC Porto e alimentou-se a dúvida, ou seja, foi dada meia razão ao Sporting.

Por outro lado, numa reacção meramente coorporativista, ilibou-se Jorge Sousa, que sendo um bom árbitro, não deixou de ter uma noite extremamente infeliz no Estádio da Luz, e abriu uma "crise de resultados" no Sporting, com a anulação da possibilidade de 1 ponto de avanço e liderança isolada do campeonato, +ara um atraso de 5 pontos em relação ao líder.

O pior cego é o que não quer ver! Ainda mais cego se torna, quando é a própria estrutura de classe da arbitragem (APAF), que através do seu presidente, já admitiu que esta época têm existido mais erros que seria de esperar.

As heranças nem sempre são fáceis, e este foi o legado deixado por Vitor Pereira a José Fontelas Gomes. 

Razão terá Marco Ferreira, "excumungado" depois de ter apitado uma final da Taça de Portugal, que muito provavelmente as alterações regulamentares que ditam as subidas à chamada e apelativa elite (há rendimentos superiores a 50 mil euros/ano), deixaram de fora alguns dos melhores árbitros portugueses, que vão andando pelo Campeonato de Portugal.

Razão têm aqueles que apontam o dedo aos observadores, que têm o poder de promover ou despromover árbitros, e que nem com recursos à televisão e a um sem número de repetições, continuam a não ver o que todos conseguem ver, vá lá saber-se porquê.

Razão tem Octávio Machado, quando ontem afirmou que isto é como um soldado em pelotão que marcha com o passo errado e pensa que é o único que está certo, ou como um condutor que entra numa auto-estrada em contra mão e vocifera contra todos os os outros que estão na via certa.

 

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Links

  •  
  • Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D