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Green World

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Obviamente de passo trocado...

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O planeta do futebol ficou estupefacto com aquilo que a Comissão Técnica do Conselho de Arbitragem da FPF decidiu, relativamente aos dois lances de penalti no recente Benfica - Sporting.

Considerar como bola súbita ou inesperada uma recepção orientada de Pizzi com o braço direito (estou a falar do segundo contacto do braço com a bola), que provoca um ataque rápido e um golo, é no mínimo uma brincadeira de mau gosto.

Ter dúvidas no lance do braço de Nelson Semedo, acaba por dar alguma razão ao Sporting. Acresce que esse lance tem contornos muito semelhantes com a falta de dúvidas que existiu dessa mesma Comissão Técnica, realativamente ao lance que se admite ter sido de penalti no Chaves-FC Porto da Taça de Portugal.

Quem olhar para estas decições (e veremos se farão "jurisprudência"), nota perfeitamente que houve a "necessidade" de dividir para reinar. Deu-se razão ao Benfica e ao FC Porto e alimentou-se a dúvida, ou seja, foi dada meia razão ao Sporting.

Por outro lado, numa reacção meramente coorporativista, ilibou-se Jorge Sousa, que sendo um bom árbitro, não deixou de ter uma noite extremamente infeliz no Estádio da Luz, e abriu uma "crise de resultados" no Sporting, com a anulação da possibilidade de 1 ponto de avanço e liderança isolada do campeonato, +ara um atraso de 5 pontos em relação ao líder.

O pior cego é o que não quer ver! Ainda mais cego se torna, quando é a própria estrutura de classe da arbitragem (APAF), que através do seu presidente, já admitiu que esta época têm existido mais erros que seria de esperar.

As heranças nem sempre são fáceis, e este foi o legado deixado por Vitor Pereira a José Fontelas Gomes. 

Razão terá Marco Ferreira, "excumungado" depois de ter apitado uma final da Taça de Portugal, que muito provavelmente as alterações regulamentares que ditam as subidas à chamada e apelativa elite (há rendimentos superiores a 50 mil euros/ano), deixaram de fora alguns dos melhores árbitros portugueses, que vão andando pelo Campeonato de Portugal.

Razão têm aqueles que apontam o dedo aos observadores, que têm o poder de promover ou despromover árbitros, e que nem com recursos à televisão e a um sem número de repetições, continuam a não ver o que todos conseguem ver, vá lá saber-se porquê.

Razão tem Octávio Machado, quando ontem afirmou que isto é como um soldado em pelotão que marcha com o passo errado e pensa que é o único que está certo, ou como um condutor que entra numa auto-estrada em contra mão e vocifera contra todos os os outros que estão na via certa.

 

Uns sempre mais iguais que outros...

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Este pequeno levantamento, apenas com jogos referentes a jogos da I Liga, não deixa de ser revelador relativamente à importância que o Conselho de Arbitragem dá a alguns jogos em deterimento de outros.

Existia algo em comum a todos os jogos dos "grandes", na última jornada da fase de grupos da Taça CTT: Estava em questão o apuramento para a Final-Four.

Fica claro que mesmo assim, uns jogos são considerados mais importantes que outros. 

O CA mudou, com algumas melhorias, mas continuam alguns vicios de um passado recente, bem instalados.

Comprovou-se que até podemos ser ser todos iguais, mas haverá uns sempre mais iguais que outros!

Rui Oliveira (33 anos): V. Setubal - Sporting CP (Taça CTT)

I Liga: 9 jogos (nunca tinha apitado um "grande" nas competições profissionais)

Luis Godinho (31 anos): Moreirense - FC Porto (Taça CTT)

I Liga: 16 jogos (apenas tinha dirigido num jogo de um "grande": Benfica 3 - Moreirende 0 em 27/11/2017)

Carlos Xistra (43 anos): V. Guimarães - Benfica (Taça CTT)

I Liga: 227 jogos

 

 

 

Mais do mesmo...

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Algumas pessoas, conseguiram ver que Elias dominou a bola com o braço no golo que marcou em Setubal.

É preciso ter lata!

Quem o disse de forma convincente, foi um tal de André Ventura, que pelos vistos é especialista em tudo.

Ele comenta futebol, ele comenta politica, ele comenta tudo e mais alguma coisa, mas em rigor não percebe de coisa nenhuma. Dá uns "bitaites"... com o devido respeito à memória de um grande Senhor chamado Hernani Gonçalves.

No canto inferior esquerdo, nota-se um semblante pesado na cara do pivot da CMTV, depois de Paulo Andrade ter dito qualquer coisa como isto: " Ó José Carlos, isso é a sua costela de adepto a falar".

Ups... ele não gostou! 

 

 

 

Show-Off de Pedro Guerra

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Um dos momentos altos da paródia televisiva das segundas feiras, aconteceu a semana passada, quando o Sr. Pedro Guerra falou dos Briefings técnicos do CA, a todos os árbitros e árbitros assistentes.

O presidente do Conselho, Sr. Fontelas Gomes, já havia tornado publico que isso realmente acontecia, e pessoalmente acho muito bem!

Há que analisar os erros e evitar que voltem a ser cometidos, ou tentar encontrar mecanismos que permitam uma homogeneização de procedimentos em lances similares, o que considero muito difícil de acontecer!

Neste caso, até penso que também houve a preocupação de proteger o Sr. Jorge Sousa, em função das notas que lhe foram dadas (para quando relatórios públicos de árbitros e observadores?).

Mas na propaganda há incorrecções, que tiram do sério o mais pacifico dos seres.

Está-se a querer limpar o que aconteceu a 11 de Dezembro, com briefings posteriores a esta data e em que os dois casos do jogo foram analisados e foi decidido que naquelas circunstâncias não devem ser assinaladas grandes penalidades, nem que, como no caso de Pizzi, existam duas bolas em locais proibidos (braço esquerdo com bola inesperada e mão direita que apenas por acaso, devem alguns pensar, ajeitou a bola para iniciar um lance que acabou em golo).

O problema é que este briefing técnico nº 6, aparece depois dos casos consumados, ou seja, depois de duas grandes penalidades não assinaladas a favor do Sporting, num jogo em que até muitos benfiquistas assumem que o Sporting foi altamente prejudicado. 

Querer encerrar o assunto desta forma, é falacioso! É basicamente o costume...

É querer mandar areia para os olhos das pessoas e querer fazer esquecer aquilo que não pode ser esquecido pelos sportinguistas, mas que não agrada a alguns, apenas porque é verdade.

Mais estranho ainda, quando existe agora um "refugio" em briefings, quando a mesma pessoa, por exemplo, no lance do Nelson Semedo, até confundiu o músculo deitoide do braço direito com o músculo bicep braquial, num exercício simplesmente ridículo, de tentar justificar o injustificável.

Menos show-off por favor! As pessoas não são estúpidas!

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